1983
Ano em que a primeira Fazenda da Esperança nasceu em Guaratinguetá, no interior de São Paulo.
É o que está escrito na placa da entrada. E é exatamente o que acontece aqui dentro.
Em 1983, em Guaratinguetá, interior de São Paulo, Frei Hans Stapel acolheu jovens que viviam presos às drogas e propôs algo que ninguém tinha proposto a eles: viver em família, trabalhar com as próprias mãos e alimentar a fé. Nascia ali a Fazenda da Esperança. Mais de quarenta anos depois, a obra soma mais de 160 unidades espalhadas por mais de 28 países, na América, na Europa, na África e na Ásia.
Ano em que a primeira Fazenda da Esperança nasceu em Guaratinguetá, no interior de São Paulo.
Comunidades espalhadas por mais de 28 países, em quatro continentes.
A Comunidade São Francisco de Assis foi inaugurada em 21 de setembro de 2019, em Alto Paraíso, e é vinculada à Arquidiocese de Porto Velho. Seu principal idealizador foi o Padre José Leylson, falecido em 10 de abril de 2021, cuja memória segue viva em cada jovem que atravessa o portão da fazenda. A comunidade acolhe homens a partir dos 18 anos, sem cobrar mensalidade, sustentando-se pelo trabalho dos acolhidos, por doações e pela solidariedade da região.
Não existe fórmula mágica nem remédio que substitua o essencial. O método da Fazenda da Esperança se apoia em três pilares que se sustentam mutuamente e organizam cada dia da comunidade: a espiritualidade, que devolve sentido; o trabalho, que devolve dignidade; e a convivência, que devolve o pertencimento a uma família. São doze meses de permanência, vividos em comunidade, sem televisão, sem celular e sem pressa.
A Palavra de Deus meditada diariamente e vivida na prática. Cada dia começa com uma frase para levar até a noite — e a comunidade se ajuda a viver aquilo.
Café, padaria, horta, criação e manutenção da casa. Ninguém fica ocioso, e ninguém trabalha sozinho: cada tarefa é ocasião de aprender e de servir.
A comunidade funciona como uma família, com padrinhos, horários, regras e afeto. É na convivência que as feridas antigas aparecem — e é ali que se curam.
Principal idealizador desta comunidade, faleceu em 10 de abril de 2021. A fazenda que ele sonhou continua de pé — e cada jovem que atravessa o portão é a resposta viva ao trabalho que ele começou.
A comunidade recebe visitas, grupos de paróquias e voluntários. Combine com a gente antes de vir.